Painel de azulejos portugueses azuis e brancos atravessado por uma grande abertura de matéria vermelha e carnal
Adriana Varejão, Azulejaria em carne viva, 1999. Reprodução para fins educativos.

obra 04 / 12

Adriana Varejão

Azulejaria em carne viva

1999
Escultura e pintura

#colonialidade#corpo#história

02

chave de leitura

Sob a superfície ordenada do azulejo, a história colonial aparece como ferida.

A geometria branca e azul remete à tradição da azulejaria luso-brasileira. Uma abertura rompe essa ordem e revela uma matéria interna, carnal. Arquitetura, ornamento e corpo se misturam para tornar visível a violência encoberta por narrativas de civilização.

pergunta-motorQue violências podem ser escondidas por uma imagem de ordem e beleza?

repertório produtivo

Na prova,
não basta citar.

Permite relacionar patrimônio, colonização, memória traumática e as disputas em torno daquilo que um país escolhe monumentalizar.

01colonização portuguesa02barroco e violência

Analisar

Faça a imagem
produzir argumento.

Crie um mapa de oposições da obra: superfície/interior, ordem/ferida, ornamento/violência. Depois transforme-o em uma tese de redação.