Denilson Baniwa durante a performance Pajé-Onça, usando máscara amarela e manto com estampa de onça, em uma sala da Bienal de São Paulo
Denilson Baniwa, Pajé-Onça Hackeando a 33ª Bienal de São Paulo, 2018. Reprodução para fins educativos.

obra 10 / 12

Denilson Baniwa

Pajé-Onça Hackeando a 33ª Bienal de São Paulo

2018
Performance e intervenção

#instituição#apropriação#performance

02

chave de leitura

O corpo em ação interrompe a narrativa institucional e exige resposta.

Na intervenção, o artista tensiona o modo como imagens e referências indígenas são exibidas sem protagonismo indígena equivalente. O verbo “hackear” indica a ocupação crítica de um sistema por dentro, expondo seus códigos e exclusões.

pergunta-motorExpor a imagem de um grupo significa necessariamente dar-lhe voz?

repertório produtivo

Na prova,
não basta citar.

Abre discussões sobre museus, representação, autoria, performance, apropriação cultural e descolonização das instituições.

01crítica institucional02museu e representação

Analisar

Faça a imagem
produzir argumento.

Simule um conselho curatorial: que critérios evitariam transformar culturas vivas em objetos silenciosos? Registre cinco princípios.